Hoje acordei disposta a tentar... e consegui!
Eram 7h e saí de casa! Fui correr!
Correr... lol... andei mais do que corri, mas se continuar acredito que conseguirei dar a volta ao sítio onde fui!
Fiquei com um ataque de tosse... não sei respirar, inspirei ar frio pela boca, enfim... até me doíam as entranhas... cheguei a casa, tomei banho, fiquei vermelha como um tomate e fiz uma bomba, para acalmar a tosse...
Agora dói-me as pernas... deve ser bom sinal :)
Hoje vou procurar o pedómetro e no próximo dia vou com ele!
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Melhor :)
Sem dúvida que a minha neura se devia, em parte, à dieta que estava a fazer... desde que recomecei a comer, especialmente, pão, melhorei substancialmente o meu humor :)
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Thinks are getting better :)
Baby steps, uma semana de "férias" forçadas (work) e as coisas têm vindo a melhorar.
domingo, 14 de outubro de 2012
Thing's are NOT ok.
Se eu colocar a questão, ouvirei a repetição das minhas palavras, como se de um eco se tratasse, mas com um tom diferente e para o qual nem tenho adjetivo ou descrição.
Se eu tenho culpa? Sim, possivelmente 90% de culpa! Se luto a favor de uma melhoria? Nem por isso... não que não queira, mas porque eu não estou bem.
O primeiro passo é reconhecer que não se está bem. Esse já dei.
O segundo passo é procurar ajuda. Esse não dei e não vou dar. Tenho capacidade de dar a volta por cima, mas preciso do meu próprio "click", que ainda não veio.
Ele, na sua inconstante maneira de ser, não ajuda, apesar de ter sido o primeiro a dizer que eu não estava bem. Quando juntos, não apoia, não põe a mão no ombro, não contorna a situação. Em vez disso, repete o que eu digo, reclama de mim e escarna! Quando acompanhados, manda piadolas e tal, arma-se em vítima brincalhona, duas face numa só pessoa. Dois homens num corpo só.
Não o culpo. Não na totalidade. Só o culpo na parte egoista, na parte de não tentar, sequer, perceber e ajudar. Não há um abraço, não há um beijo de bom dia, não há um gesto daqueles que valem 1000 palavras. E porque não falo com ele? Porque irá repetir, como um eco, aquilo que eu direi. Porque irá gozar. Porque não leva a sério. Porque ele é assim.
Falta-me o "click"! Falta-me a vontade de pensar que vale a pena.
Pronto, já disse!
Se eu tenho culpa? Sim, possivelmente 90% de culpa! Se luto a favor de uma melhoria? Nem por isso... não que não queira, mas porque eu não estou bem.
O primeiro passo é reconhecer que não se está bem. Esse já dei.
O segundo passo é procurar ajuda. Esse não dei e não vou dar. Tenho capacidade de dar a volta por cima, mas preciso do meu próprio "click", que ainda não veio.
Ele, na sua inconstante maneira de ser, não ajuda, apesar de ter sido o primeiro a dizer que eu não estava bem. Quando juntos, não apoia, não põe a mão no ombro, não contorna a situação. Em vez disso, repete o que eu digo, reclama de mim e escarna! Quando acompanhados, manda piadolas e tal, arma-se em vítima brincalhona, duas face numa só pessoa. Dois homens num corpo só.
Não o culpo. Não na totalidade. Só o culpo na parte egoista, na parte de não tentar, sequer, perceber e ajudar. Não há um abraço, não há um beijo de bom dia, não há um gesto daqueles que valem 1000 palavras. E porque não falo com ele? Porque irá repetir, como um eco, aquilo que eu direi. Porque irá gozar. Porque não leva a sério. Porque ele é assim.
Falta-me o "click"! Falta-me a vontade de pensar que vale a pena.
Pronto, já disse!
sábado, 22 de setembro de 2012
34º
Pensava que aos 34 anos iria estar velha, cheia de filhos, acomodada, vida calma, sem preocupações.
Mas na realidade, continuo a mesma teen, mas com dois filhos, emprego estável e pouco emocionante, tostões contados, sem ter realizado alguns sonhos e sem perspectivas para o fazer... dois filhos, um marido, uma casa, um carro, dois peixes... e tostões contados...
Vidinha calma, sem nada de especial, a não ser os tostões contados.
Fiz 34 anos e estou longe dos 34 que pensei para a minha vida.
Mas na realidade, continuo a mesma teen, mas com dois filhos, emprego estável e pouco emocionante, tostões contados, sem ter realizado alguns sonhos e sem perspectivas para o fazer... dois filhos, um marido, uma casa, um carro, dois peixes... e tostões contados...
Vidinha calma, sem nada de especial, a não ser os tostões contados.
Fiz 34 anos e estou longe dos 34 que pensei para a minha vida.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Gostar de...
... pensar em dar uma reviravolta de 180º...
Mudar aquilo que está errado ou menos bem... mudar de país, mudar de terra, mudar de poiso...
(mantendo o que é importante por perto...)
Mas as amarras são de aço inoxidável... não se partem assim à toa...
Mudar aquilo que está errado ou menos bem... mudar de país, mudar de terra, mudar de poiso...
(mantendo o que é importante por perto...)
Mas as amarras são de aço inoxidável... não se partem assim à toa...
terça-feira, 5 de junho de 2012
Fractais
Acho os fractais fascinantes!
E por vezes sinto-me num fractal que se divide e subdivide e se multiplica em milhares de formas semelhantes. Por vezes existem outros fractais se me misturam e que, de alguma forma, contribuem para que o meu fractal se volte a dividir, mas fugindo à semelhança inicial, aproximando-se de uma outra forma, mais perfeita, mais concreta, mais consciente daquilo que é... ou que tenta ser.
Faz sentido? Talvez só para mim...
Mas por vezes existem outros fractais que chocam com o meu (ou meus, se o considerarmos como dividido em muitos mais fractais) e provocam o caos... o efeito borboleta dentro do meu mundo de fractais. O pequeno choque ali, do lado esquerdo, vai provocar um dilúvio, uma tempestade ou um tornado do lado direito, e os meus fractais, na sua essência, passam a alterar a sua forma e a estilhaçar-se em fractais ainda mais pequenos. Mas esses acabam por se perder no infinito, no universo, no tempo, na memória. As alterações ao conteúdo original? Só eu as conheço, mas não conheço as consequências e é aqui que reside o desconhecido!
O meu desconhecido, a minha essência! Continuo sem saber quem sou e os fractais alheios continuam a colidir com os meus! Uns não fazem mossa, outros provocam tudo o que já referi acima!
E por vezes sinto-me num fractal que se divide e subdivide e se multiplica em milhares de formas semelhantes. Por vezes existem outros fractais se me misturam e que, de alguma forma, contribuem para que o meu fractal se volte a dividir, mas fugindo à semelhança inicial, aproximando-se de uma outra forma, mais perfeita, mais concreta, mais consciente daquilo que é... ou que tenta ser.
Faz sentido? Talvez só para mim...
Mas por vezes existem outros fractais que chocam com o meu (ou meus, se o considerarmos como dividido em muitos mais fractais) e provocam o caos... o efeito borboleta dentro do meu mundo de fractais. O pequeno choque ali, do lado esquerdo, vai provocar um dilúvio, uma tempestade ou um tornado do lado direito, e os meus fractais, na sua essência, passam a alterar a sua forma e a estilhaçar-se em fractais ainda mais pequenos. Mas esses acabam por se perder no infinito, no universo, no tempo, na memória. As alterações ao conteúdo original? Só eu as conheço, mas não conheço as consequências e é aqui que reside o desconhecido!
O meu desconhecido, a minha essência! Continuo sem saber quem sou e os fractais alheios continuam a colidir com os meus! Uns não fazem mossa, outros provocam tudo o que já referi acima!
Subscrever:
Mensagens (Atom)