quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Reativando...

A ver de faço uma respiração boca-a-boca a este blog...

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Apetecia-me...

... emigrar
... criar um projeto de raiz
... libertar-me da consciência material
... criar tempo (e paciência) para fazer uma horta em casa
... deixar de pensar tanto
... andar de bicicleta
... caminhar
... acordar de manhã numa tenda de campismo
... tomar um banho numa cascata
... ter liberdade.

E pensar que, tirando o primeiro "apetecimento", está tudo tão na minha mão...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Mais uma morte

Esta passagem de ano vai ficar na História da minha vida (e não só).
Termino o ano com uma morte e inicio o ano com um funeral... O meu tio materno! O único irmão da minha mãe. O tio que eu fui procurar ao emprego para conhecer. O pai do meu primo direito, que sempre viajou na minha imaginação, desde a infância até à adolescência e idade adulta. O irmão com que a minha mãe esteve de costas voltadas durante 30 anos e que há uns 5 recuperou e retomou contacto. 
67 anos e um AVC fulminante. Mais uma vez, um AVC fulminante.

Conheci o meu primo, 6 anos mais velho que eu, pelas piores razões: o funeral do pai. Tenho pena que ele, ao contrário de mim, nunca me tenha procurado... nunca sentiu a falta da prima, tinha outros primos. Eu senti a falta dele, sempre fui sozinha na minha infância. Infelizmente foi a morte do pai que nos juntou. Infelizmente foi depois da missa de 7º dia que juntou os nossos filhos. 3 dele e 2 meus.

Ficou a "promessa" de um reencontro, noutras condições, noutra altura. E espero que sim, que venha a acontecer.

No funeral chorei. Não pelo meu tio, com quem pouco convivi, mas pela minha tia, pelo meu primo, pelos filhos do meu primo e, principalmente, pela minha mãe. Foi triste, injusto e cruel, como todas as mortes são... 

A vida dá 1001 voltas e não vale a pena perder tempos infinitos com coisas pequenas. Há que viver, aproveitar, tirar partido e gozar!
Sejam felizes!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Pela manhã

Hoje acordei disposta a tentar... e consegui!
Eram 7h e saí de casa! Fui correr!
Correr... lol... andei mais do que corri, mas se continuar acredito que conseguirei dar a volta ao sítio onde fui!
Fiquei com um ataque de tosse... não sei respirar, inspirei ar frio pela boca, enfim... até me doíam as entranhas... cheguei a casa, tomei banho, fiquei vermelha como um tomate e fiz uma bomba, para acalmar a tosse...
Agora dói-me as pernas... deve ser bom sinal :)
Hoje vou procurar o pedómetro e no próximo dia vou com ele!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Melhor :)

Sem dúvida que a minha neura se devia, em parte, à dieta que estava a fazer... desde que recomecei a comer, especialmente, pão, melhorei substancialmente o meu humor :)


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Thinks are getting better :)

Baby steps, uma semana de "férias" forçadas (work) e as coisas têm vindo a melhorar.

domingo, 14 de outubro de 2012

Thing's are NOT ok.

Se eu colocar a questão, ouvirei a repetição das minhas palavras, como se de um eco se tratasse, mas com um tom diferente e para o qual nem tenho adjetivo ou descrição.
Se eu tenho culpa? Sim, possivelmente 90% de culpa! Se luto a favor de uma melhoria? Nem por isso... não que não queira, mas porque eu não estou bem.

O primeiro passo é reconhecer que não se está bem. Esse já dei.
O segundo passo é procurar ajuda. Esse não dei e não vou dar. Tenho capacidade de dar a volta por cima, mas preciso do meu próprio "click", que ainda não veio.

Ele, na sua inconstante maneira de ser, não ajuda, apesar de ter sido o primeiro a dizer que eu não estava bem. Quando juntos, não apoia, não põe a mão no ombro, não contorna a situação. Em vez disso, repete o que eu digo, reclama de mim e escarna! Quando acompanhados, manda piadolas e tal, arma-se em vítima brincalhona, duas face numa só pessoa. Dois homens num corpo só.

Não o culpo. Não na totalidade. Só o culpo na parte egoista, na parte de não tentar, sequer, perceber e ajudar. Não há um abraço, não há um beijo de bom dia, não há um gesto daqueles que valem 1000 palavras. E porque não falo com ele? Porque irá repetir, como um eco, aquilo que eu direi. Porque irá gozar. Porque não leva a sério. Porque ele é assim.

Falta-me o "click"! Falta-me a vontade de pensar que vale a pena.

Pronto, já disse!